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Manifestações “Acorda Brasil” agitam o país contra Lula e STF

Neste domingo, 1º de março de 2026, atos oposicionistas batizados de “Acorda Brasil” (ou variações como “Acorda, Brasil: Fora Lula, Fora Moraes e Fora Toffoli”) ocorreram em mais de 20 cidades brasileiras. Convocados principalmente pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e com apoio de figuras como o pastor Silas Malafaia, os protestos reuniram manifestantes bolsonaristas e de direita em críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

Principais pautas defendidas nos atos

Os manifestantes pediram:

  • Saída de Lula, Moraes e Toffoli do poder ou impeachment de ministros do STF;
  • Anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023;
  • Derrubada do veto presidencial ao projeto de lei da dosimetria de penas (que poderia reduzir punições, incluindo a de Jair Bolsonaro);
  • Críticas à condução de investigações no STF, como o caso Banco Master;
  • Defesa da liberdade, combate à corrupção, redução de impostos e slogans clássicos como “Brasil acima de tudo, Deus acima de tudo”.

Alguns atos também mencionaram a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro (prisão domiciliar ou liberdade) e questionamentos sobre fraudes eleitorais e abusos de autoridade.

Atos destacados nas capitais

  • São Paulo (Avenida Paulista): Principal concentração, iniciada às 14h em frente ao Masp. Reuniu milhares de pessoas, com presença de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) (pré-candidato), parlamentares e manifestantes exibindo faixas, bonecos infláveis (incluindo imagens de Lula preso) e pedidos de “Bolsonaro livre”. Expectativa dos organizadores era de grande público, com transmissão ao vivo em redes.
  • Belo Horizonte (Praça da Liberdade): Ato matinal com discurso de Nikolas Ferreira, governador Romeu Zema (Novo) e vice Mateus Simões. Milhares presentes, com doações coletadas para vítimas de temporais na Zona da Mata mineira. Nikolas seguiu para São Paulo após o evento.
  • Rio de Janeiro (Copacabana): Concentração na orla (Avenida Atlântica, Posto 5), pela manhã. Relatos de público menor que o esperado, descrito como “esvaziado” por alguns veículos, com discursos de pré-candidatos (como Douglas Ruas e Márcio Canella) e críticas a Lula, STF e Eduardo Paes. Estimativa de cerca de 4,7 mil pessoas segundo monitoramento da USP.
  • Brasília (Museu da República): Ato organizado por Bia Kicis (PL-DF) e com presença de Rogério Marinho (PL-RN), Carlos Bolsonaro, senadores como Eduardo Girão e Izalci Lucas. Críticas diretas a Lula e STF, em continuidade ao ato de 25 de janeiro.
  • Outras cidades: Manifestações confirmadas em Salvador (Farol da Barra), Goiânia, Curitiba, Fortaleza, Recife, Florianópolis, Porto Alegre (Parcão), Campo Grande, Cuiabá, entre outras (total acima de 20-30 locais, incluindo interior como Uberlândia, Chapecó e Feira de Santana). Atos geralmente pacíficos, com bandeiras nacionais e faixas.

Presenças políticas e repercussão

Lideranças da direita marcaram presença: governadores como Romeu Zema, senadores e deputados do PL, além de pré-candidatos. O ato fortalece articulações para eleições, com foco no eleitorado conservador. Coberturas variam: veículos como O Globo e Metrópoles destacaram adesão menor em alguns locais (como Rio), enquanto fontes alinhadas à direita enfatizam o “despertar” e multidões em SP e BH.

A mobilização ocorre em contexto de polarização, com pautas que vão desde anistia até questionamentos institucionais. Em Brasília, onde você está, o ato no Museu da República seguiu o padrão de críticas ao governo e STF.

Se quiser adicionar imagens (ex.: fotos da Paulista ou Praça da Liberdade), mais detalhes sobre números de público ou foco em Brasília, é só pedir!

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